sábado, 8 de fevereiro de 2014
O mal do século XXI? Ou o bem?
INDIVIDUALISMO
Seria uma virtude ou uma praga? Será algo irreversível ou podemos combatê-lo? Mais do que isso, é preciso combatê-lo?
O invidualismo é uma característica presente na nossa sociedade, impulsionada pelo advento das novas criações tecnológicas em conjunto com a popularização das redes sociais. O individualismo, porém, expandiu seus limites, e hoje está presente na própria cultura do ser humano. Quem nunca viu notícias surreais como um japonês que casou com sua boneca inflável ou uma inglesa que trata sua boneca de brinquedo como se fosse sua filha. Sim, podem ser quem sejam casos extremos, mas isso não quer dizer que esses absurdos estão cada vez mais aparecendo nos noticiários.
Ok, vamos ser menos radicais. Por exemplo, teste ir com seus amigos num barzinho para tomar uma cerveja. Verifique se não há um momento em que todos começam a mexer nos seus próprios smartphones seja para falar no facebook, tirar uma foto e postar no instagram ou fazer check-in pelo foursquare. Pois então. Hoje em dia não há uma necessidade de se encontrar com uma pessoa para conversar já que existe o whatsapp. As pessoas conversam o tempo todo, online o dia inteiro, graças ao excelentíssimo 3G.
A pessoa cria seu mundo hoje em dia buscando seus próprios interesses. Escolhemos uma pessoa por um aplicativo baseado no perfil que desejamos. A autossuficiência é uma qualidade, um objeto de desejo. É só verificar que existe uma maior receptividade em um casal morar separado, cada um em sua casa, com sua privacidade. Relacionamentos se quebram facilmente com a desculpa de que a outra pessoa tentou te mudar e você não aceitou ceder. O individualismo começou a se aproximar do egoísmo. Mas ainda assim são coisas diferentes.
Não se pode acreditar que o mundo ficou pior por deixar as pessoas mais autossuficientes. Não é porque hoje em dia o casamento deixou de ser uma obrigação social, que o casamento foi abolido. Muito pelo contrário. Relacionamento é ainda valorizados, claro que agora seu sentido mudou e hoje existem diversos conceitos para tal palavra. Falando nisso, o relacionamento é um ótimo exemplo de mostrar como o individualismo trouxe benefícios. Nesse momento, as pessoas podem se relacionar livremente, unidos apenas pelos sentimentos apenas. Não há mais dotes ou desquites. Pessoas podem morar em lugares diferentes e ainda assim manter um relacionamento, valorizando ainda mais o que um tem pelo outro. Individualidade também é isso. É ter certeza de seus sentimentos pela pessoa e não se obrigar a sentir pelos mais diversos motivos que existem.
Ser individualista também é saudável. É fazer você pensar em si, e isso não é ruim. Você, em muitos casos precisa se colocar na frente, para não sair prejudicado. Veja bem, não digo que precisar passar por cima das pessoas, mas sim pensar primeiro no que é melhor para si.
Enfim, individualismo é o bem e o mal do século XXI. É uma característica da sociedade contemporânea. Está na moda, está por aí. É só saber como usá-lo sem que prejudique os outros ao seu redor. Pensar em você não quer dizer que você não tem que pensar nos outros. #ficadica
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
A eterna instisfação da geração Z
E aí, galera!
Como eu sou um dos colunistas desse blog, e tinha uma vontade imensa de expandir os assuntos a respeito das atualidades em geral, achei que deveria ser redefinido o nome do blog para que o assunto não ficasse limitado, e para isso nasceu o Geração Zapping.
Geração Z ou Zapping nada mais é que o nome dado socialogicamente para a geração que nasceu no final dos anos 80, até o ano de 2010. É aquela geração que já começou lidando com a internet à sua volta, o celular, ICQ, messenger, etc. A geração que zapeia pelos canais de Tv querendo assistir tudo o que puder, absorvendo o máximo de conteúdo possível. É a geração que o passo é mais rápido, o hoje é o passado antigo de amanhã e notícia velha é aquela que foi dada às 9h da manhã do mesmo dia. Baseando nessas características e em muitas outras, achei que seria interessante falar um pouco da nossa geração. Tudo bem, tenho mais de 20 anos, então seria a geração próxima a minha haha. Bom, vamos lá para o primeiro post!
Como eu sou um dos colunistas desse blog, e tinha uma vontade imensa de expandir os assuntos a respeito das atualidades em geral, achei que deveria ser redefinido o nome do blog para que o assunto não ficasse limitado, e para isso nasceu o Geração Zapping.
Geração Z ou Zapping nada mais é que o nome dado socialogicamente para a geração que nasceu no final dos anos 80, até o ano de 2010. É aquela geração que já começou lidando com a internet à sua volta, o celular, ICQ, messenger, etc. A geração que zapeia pelos canais de Tv querendo assistir tudo o que puder, absorvendo o máximo de conteúdo possível. É a geração que o passo é mais rápido, o hoje é o passado antigo de amanhã e notícia velha é aquela que foi dada às 9h da manhã do mesmo dia. Baseando nessas características e em muitas outras, achei que seria interessante falar um pouco da nossa geração. Tudo bem, tenho mais de 20 anos, então seria a geração próxima a minha haha. Bom, vamos lá para o primeiro post!
E aí galera, beleza?
O melhor jeito que achei para começar a falar neste blog sobre a geração nascida no final dos anos 80 até os anos atuais, é falando sobre um assunto que está constante nas nossas vidas desde que a internet chegou para criar um novo estilo de mundo: a insatisfação dos jovens na sociedade contemporânea. Com o advento da tecnologia na palma das nossas mãos, o mundo virtual começou a transformar toda uma sociedade que se encontrava em ilhas. As redes sociais em conjunto com os smartphones e tablets unificaram essas ilhas, criando uma nova forma de comunicação, facilitando o conhecimento de pessoas em lados distantes do mundo, e podendo conhecer a fundo as diversas culturas das mais diversas regiões do planeta através de um simples upload de uma imagem. Com isso, a necessidade de se comunicar aumentou, tendo em vista que um novo mundo se abria diante de nossos olhos.
Com o tempo, o que era uma novidade começou a virar moda. A febre de chamar a atenção por um post ou uma imagem postada em um determinado lugar, agora ganha pontos de carisma. Em conjunto a isso, novos aplicativos começaram a serem criados, para saber sua localização ou até mesmo opinar sobre o físico de uma pessoa. As pessoas querem cada vez mais saber o que acontece ao seu redor, focados mais na vida dos outros do que na sua própria. Começamos a nos tornas escravos das nossas próprias criações. Deixamos de sermos pessoas e nos tornamos avatares. Deixamos de querer saber como a pessoa está, porque o status dela já fala sobre isso. Já sabemos se ela terminou um relacionamento recentemente ou se ela passou em medicina no vestibular. A rede social diz tudo. O que vale para se tornar o centro das atenções? O preço da privacidade é barato perto do suposto status que se pode ganhar. A falsa utopia começa a mostras seus efeitos, mesmo que a passos bem lentos.
Com o perfil criado pelas teclas do smastphone, os jovens agora querem cada vez mais a informação imediata. A novidade de hoje é notícia velha de amanhã. A internet 3g deve ficar ligada o tempo todo, e Deus o livre se acabar a bateria no meio da tarde. A satisfação virou sinônimo de felicidade. Afinal de contas, somos felizes porque estamos satisfeitos ou estamos satisfeitos porque somos felizes?
Assinar:
Postagens (Atom)