segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A eterna instisfação da geração Z

E aí, galera!

  Como eu sou um dos colunistas desse blog, e tinha uma vontade imensa de expandir os assuntos a respeito das atualidades em geral, achei que deveria ser redefinido o nome do blog para que o assunto não ficasse limitado, e para isso nasceu o Geração Zapping.
  Geração Z ou Zapping nada mais é que o nome dado socialogicamente para a geração que nasceu no final dos anos 80, até o ano de 2010. É aquela geração que já começou lidando com a internet à sua volta, o celular, ICQ, messenger, etc. A geração que zapeia pelos canais de Tv querendo assistir tudo o que puder, absorvendo o máximo de conteúdo possível. É a geração que o passo é mais rápido, o hoje é o passado antigo de amanhã e notícia velha é aquela que foi dada às 9h da manhã do mesmo dia. Baseando nessas características e em muitas outras, achei que seria interessante falar um pouco da nossa geração. Tudo bem, tenho mais de 20 anos, então seria a geração próxima a minha haha. Bom, vamos lá para o primeiro post!

E aí galera, beleza?
O melhor jeito que achei para começar a falar neste blog sobre a geração nascida no final dos anos 80 até os anos atuais, é falando sobre um assunto que está constante nas nossas vidas desde que a internet chegou para criar um novo estilo de mundo: a insatisfação dos jovens na sociedade contemporânea. Com o advento da tecnologia na palma das nossas mãos, o mundo virtual começou a transformar toda uma sociedade que se encontrava em ilhas. As redes sociais em conjunto com os smartphones e tablets unificaram essas ilhas, criando uma nova forma de comunicação, facilitando o conhecimento de pessoas em lados distantes do mundo, e podendo conhecer a fundo as diversas culturas das mais diversas regiões do planeta através de um simples upload de uma imagem. Com isso, a necessidade de se comunicar aumentou, tendo em vista que um novo mundo se abria diante de nossos olhos.
Com o tempo, o que era uma novidade começou a virar moda. A febre de chamar a atenção por um post ou uma imagem postada em um determinado lugar, agora ganha pontos de carisma. Em conjunto a isso, novos aplicativos começaram a serem criados, para saber sua localização ou até mesmo opinar sobre o físico de uma pessoa. As pessoas querem cada vez mais saber o que acontece ao seu redor, focados mais na vida dos outros do que na sua própria. Começamos a nos tornas escravos das nossas próprias criações. Deixamos de sermos pessoas e nos tornamos avatares. Deixamos de querer saber como a pessoa está, porque o status dela já fala sobre isso. Já sabemos se ela terminou um relacionamento recentemente ou se ela passou em medicina no vestibular. A rede social diz tudo. O que vale para se tornar o centro das atenções? O preço da privacidade é barato perto do suposto status que se pode ganhar. A falsa utopia começa a mostras seus efeitos, mesmo que a passos bem lentos.
Com o perfil criado pelas teclas do smastphone, os jovens agora querem cada vez mais a informação imediata. A novidade de hoje é notícia velha de amanhã. A internet 3g deve ficar ligada o tempo todo, e Deus o livre se acabar a bateria no meio da tarde. A satisfação virou sinônimo de felicidade. Afinal de contas, somos felizes porque estamos satisfeitos ou estamos satisfeitos porque somos felizes?